Por que é necessário gerar dados?
Aquilo que não se pode medir, não se pode melhorar.
William Thomson (Lord Kelvin, físico irlandês do século XIX, criador da escala Kelvin)Vivemos na era em que decisões e ações não podem mais ser fruto apenas da intuição de líderes. Essa era uma estratégia predominante, mas não é mais o suficiente porque, atualmente, a concorrência está muito acirrada e a internet permite que as organizações cheguem com maior facilidade aos clientes. Portanto, cada ação é uma oportunidade que não pode ser desperdiçada. Ora, se cada escolha deve ser bem aproveitada, as companhias precisam de métodos mais robustos para a tomada de decisão. É preciso contar com mecanismos que confiram maior clareza à visão sobre a organização, para que as escolhas sejam realmente justificadas. Nesse sentido, o Data Analytics entra em cena. A análise dos dados ajuda a compreender o passado, o que permite gerar novas ideias e embasar ações. Em uma certa medida, a análise dos dados dá até um impulso à intuição, pois a intuição se baseará em um cenário mais claro. Contudo, para que Data Analytics funcione, precisamos compreender a necessidade de gerar dados. Atualmente, é praticamente obrigatório investir em uma cultura data-driven, ou seja, orientada aos dados. Isso requer coleta de grandes quantidades de informações, oriundas de mais diversas fontes possíveis: CRM, ERP, redes sociais etc. O ideal não é se limitar aos dados estruturados, mas ir além e buscar também os desestruturados. E-mails, textos, vídeos, conteúdos em animação etc. Isso nos leva às características dos dados nesse momento atual: eles surgem em diversos formatos, são gerados em alta velocidade e em um grande volume (características do Big Data). Assim, a empresa deve expandir o seu escopo e incluir diversos cenários na extração dessas informações. Desse modo, será viável otimizar os projetos, conhecer os pontos fortes e fracos, identificar padrões e tendências para orientar o desenvolvimento da empresa, no geral.